Homem falha ao engravidar a mulher do vizinho

Publicado em Bobeirol com as tags , às 8 Julho, 2009 por Zailda Coirano

Essa eu recebi por email e quase morri de rir. Pode até ser que seja verdade, então aí vai a história. No final, você decide:

“Um homem que vive na Alemanha foi processado por não conseguir engravidar a mulher do vizinho, depois de ser contratado por 2 mil euros (cerca de R$5,7 mil) para isso.

Demetrius Soupolos e a mulher, Traute, queriam ter uma criança, mas descobriram que Soupolos não poderia ter filhos. Por isso, decidiram contratar Maus, na esperança que o homem casado e com dois filhos pudesse engravidar Traute. A informação foi divulgada pela publicação alemã “Bild”.

Depois de seis meses e nenhuma gravidez – com uma média de tentativas de três vezes por semana -, Soupolos insistiu para que Maus passasse por exames médicos. Os testes mostraram que o vizinho também é estéril. Por isso, a mulher de Maus foi obrigada a admitir que as duas crianças não eram dele.”

Decida você o que é pior:

1) Ir a justiça cobrar um cara que pegou sua mulher por seis meses.

2) Contratar um cara para pegar sua mulher por seis meses.

3) Descobrir que você é estéril enquanto tenta engravidar a mulher do vizinho, recebendo pra isso.

4) Descobrir que os dois filhos que você tem não são seus.

5) “Cornear” o vizinho e descobrir que já foi corno, no mínimo duas vezes.

6) Todas as anteriores.

BBB e outras BBBobagens da TV

Publicado em Bobeirol, Comportamento com as tags , , às 22 Março, 2009 por Zailda Coirano

Não há dúvida de que o programa agrada aos telespectadores de modo geral, mas como eu não me auto-definiria como “telespectadora”, reservo-me o direito de não gostar. Não, definitivamente não gosto desse negócio de ficar assistindo às armações e picuinhas mesquinhas de um punhado de gente que nem conheço trancafiadas numa casa luxuosa sem nada para fazer a não ser arquitetar meios de passar na frente dos outros no gosto popular e abocanhar um milhão.

Que me perdoe aí o Silvio Santos mas o nome do programa está errado, deveria chamar “tudo por dinheiro”. Ao longo do programa as máscaras vão caindo e o ser humano mostra do que é capaz para ganhar tanto dinheiro. Praticamente qualquer coisa: trair “amizades”, deixar o “amor” de lado, esquecer o “grupo”. As emoções humanas são deixadas de lado em nome do “jogo”.

Claro que eu sei que o objetivo é esse mesmo, talvez também o de expor o lado mais mesquinho e pequeno do ser humano, mas não sinto o menor prazer vendo isso. Não me agrada esmiuçar as pequenesas do cotidiano de quem faz tudo para puxar o tapete alheio para conseguir um lugar ao sol. Não vai aí nenhuma crítica às pessoas envolvidas, uma vez que mostram apenas o que somos em nossa grande maioria: um amontoado de palavras, emoções relegadas a segundo plano em prol de um “bem-maior”: o dinheiro.

O pior é constatar que o “vale-tudo” é bem digerido pelo público que não só entende como também concorda com os desfechos mais ou menos doentios dos arremedos de relacionamento surgidos dentro da “casa”. E a casa torna-se o palco da mais nova novela global, com roteiro bastante conhecido do grande público pois trata-se da representação do que temos dentro de cada um de nós.

O BBB levanta uma questão: o que cada um de nós estaria disposto a fazer por muito dinheiro?

Estupro é crime ainda?

Publicado em Comportamento com as tags , , às 3 Março, 2009 por Zailda Coirano

Poxa, mas está difícil, hein? Ainda continuo recebendo comentários na postagem sobre o estupro da garota que teve sua imagem publicada na internet. Ou muito me engano ou os homens desse país continuam achando que o fato de uma mulher andar com esta ou aquela companhia, ir a este ou aquele lugar, vestir essa ou aquela roupa lhes dá o direito de fazer sexo com ela CONTRA A VONTADE DELA.

O que caracteriza o estupro é ser contra a vontade de um dos dois, se ambos concordam com o ato não é estupro. A lei entende que uma menor embriagada (e eu acho que ninguém embriagado) não consegue decidir com exatidão se o que está fazendo é certo ou errado, portanto fazer sexo com UMA MENOR EMBRIAGADA é crime. Exibir, publicar, ver ou ter vídeos de menores fazendo sexo É CRIME DE PEDOFILIA.

Isso tudo segundo as leis brasileiras. E não adianta discutir, estuprou é estuprador, lugar de estuprador é na cadeia. Não adianta atacar a moral da vítima porque ela vai continuar sendo vítima perante a lei. Está na lei e nem adianta discutir. Se ela era virgem ou não, se tinha uma conduta assim ou assado, isso é problema dela. A partir do momento em que alguém resolveu fazer sexo com ela contra a vontade dela passou a ser caso de policia.

Homem que diz que “caiu na rede é peixe”, “conseguiu subir na calçada eu traço” e outras frases idiotas do gênero precisam aprender a respeitar as mulheres, porque está na cara que não gostam de mulher, gostam é de se exibir. E se usar de violência ou outro método de coação (embriaguez, drogas, etc) e se for com uma menor, são criminosos. Não adianta querer me convencer de que focinho de porco é tomada.

E eu não estou defendendo menina nenhuma, estou defendendo o direito de qualquer mulher (independente de ser virgem, menor, vagabunda, prostituta, etc.) de dizer NÃO. E uma vez dito o não, que seja respeitado. Fazer à força é estupro. E acabou-se, não tem como convencer ninguém de que estupro não é estupro.

Por associação

Publicado em casamento às 22 Fevereiro, 2009 por Zailda Coirano

- Amor, “isso aqui” em você é tão bonito!

- Trapézio.

- Não admira eu não me lembrar.

- ??

- É que eu era péssima em geometria na escola.

- Então olha na minha cara.

- ??

- Palhaço… circo…

- Ôrra, meu! Como é que eu fui esquecer?

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Site com tirinhas em inglês

Publicado em Curiosidades com as tags , , , , , às 17 Fevereiro, 2009 por Zailda Coirano

Gente, as aulas começaram e já faz um tempão que não escrevo aqui. Na semana anterior à volta às aulas eu fiquei preparando atividades para os alunos e acabei perdendo a noção do tempo. Aí um blog de ensino “bombou” e é claro que eu tinha que dar atenção, senão já viu. Era só professor pedindo sugestão de atividade para começar as aulas e é muito bom poder ajudar.

Procurando material para minhas aulas acabei encontrando um site ótimo com tirinhas em inglês, o Gocomics, caso você domine o inglês e goste de quadrinhos é um site que você não pode deixar de visitar e aposto quanto você quiser que você vai adorar. Se for professor de inglês como eu então vai amar de paixão porque dá para imprimir, copiar e se você criar um perfil dá pra armazenar lá mesmo para usar quando achar melhor, ou simplesmente pra ler com calma quantas vezes você quiser.

Bem, meu recado de hoje está dado, até a próxima!

Blogosfera – o que eu aprendi blogando

Publicado em Curiosidades, ensino com as tags , , , , às 12 Fevereiro, 2009 por Zailda Coirano
Essa vida de blogueira tem suas próprias regras e nesses 2 ou 3 anos que estou escrevendo em blog aprendi alguma coisa com a experiência e a observação. Algumas descobertas foram dolorosas e outras me deram muito prazer.

Aprendi que para conseguir muitas visitas há 2 caminhos: ou você escreve sobre assuntos sensacionalistas ou faz um trabalho de formiguinha, pois nada com um dia atrás do outro, com uma noite no meio que você passe de preferência na frente do pc, digitando desesperadamente.

O leitor quer postagens, fotos, conteúdo, informação e utilidade. Se você não oferece tudo isso: postagens no mínimo diária, com informações úteis e se possível algumas fotos, o leitor pode até comparecer, mas não volta mais.

Se você escolhe o caminho mais rápido – o das postagens sensacionalistas – até consegue leitores, mas eles jamais retornam. Satisfeita a curiosidade sobre o assunto, é como o ditado antigo: “barriga cheia, mão lavada, pé na estrada”. Nada de retornos, comentários ou recomendações.

A descoberta triste é que muitos nem entendem bem o que estão lendo. Tenho um blog destinado a facilitar o aprendizado dos alunos e o criei porque sendo professora acompanho diariamente a luta que alguns alunos travam contra a ignorância e sei que o processo do aprendizado pode ser árduo e exige método e persistência.

Pois outro dia me entra lá uma leitora comentando um post que eu havia escrito para dar uma mãozinha para quem tem problemas com interpretação de textos e disse: “já vi que você tem a mesma dificuldade que eu, ainda bem que alguém te enviou esse texto. Eu também gostaria de receber textos assim”. E vai explicar para a pessoa que eu não tenho dificuldade coisa nenhuma… que ela tem dificuldade para interpretar o que lê ficou evidente, mas após ler o texto nem sei se adiantou grande coisa…

Indiquei lá o blog da Super Nanny e tem gente que entra no meu blog e manda recado pra Super Nanny. Explico que lá não é o blog da Super Nanny, que pra ir lá tem que clicar no link que indiquei. Link? Que link? Paciência, minha gente…

Outra quer saber como mandar o currículo para “as pessoas” do blog conhecerem seu trabalho porque acabou de se diplomar e quer trabalhar. “As pessoas” aqui não querem ver currículo nenhum e infelizmente o blog só se destina a ajudar o leitor a se preparar para conseguir um emprego, não estou empregando ninguém… ainda.

Tem gente que comenta e vendo que o comentário não aparece comenta de novo… e de novo. Evidente que não vai aparecer, só vai ser liberado depois de devidamente autorizado “pelas pessoas”. Será que o leitor lê mesmo? Tenho lá minhas dúvidas.

Bem, agora vou lá ver o que estão pedindo hoje. Acho que tem gente por aí que pensa que “as pessoas” são o Sílvio Santos no “Tudo por dinheiro”.

Leia também: Paradoxo


Memória compartilhada

Publicado em Pessoal com as tags , às 31 Janeiro, 2009 por Zailda Coirano

Eu sempre me perguntei como é que eu posso ter uma memória prodigiosa para certas coisas e ser completamente desmemoriada para outras. Tudo bem que eu sei que coisa considerada irrelevante é deletada, mas no meu caso a lacuna é muito grande para ser considerada ‘queima de arquivo’.

No trabalho eu tenho uma memória de elefante, nada me foge em momento nenhum, mas em casa esqueço de coisas que deveriam ser óbvias até para o mais idiota dos mortais.

Outro dia estava conversando com meu marido e de repente se fez a luz no meu cérebro desmemoriado. Percebi que venho compartilhando a memória alheia. Explico: quando o meu cérebro sabe que alguém próximo tem determinada informação ele só deixa um ‘caminho’ tipo o nome da pessoa que tem a informação e libera espaço para coisas que só eu vou lembrar.

Então eu sei de absolutamente tudo sobre meus alunos, lembro cada detalhe do que aconteceu em cada aula e às vezes até eles se surpreendem com as coisas que eu consigo me lembrar. Mas esqueço o que está na ‘memória compartilhada’ de outra pessoa.

Quando ainda estava namorando meu marido estávamos falando de calças jeans e eu não conseguia lembrar o nome de um modelo, não tive dúvidas: era sábado lá pela 1 da manhã mas eu passei sms pra minha filha Adeline perguntando como é que chamam aquelas calças que vão até o tornozelo e são estreitas? Cinco minutos se passaram e lá vem a resposta: ‘cigarrete’.

Eu vivo nisso, pergunto a meu marido como é o nome do compositor daquela música que tocou na festa de… e cantarolo horrivelmente um pedacinho, ‘Oswaldo Montenegro’ me diz ele, que já está acostumado a compartilhar sua memória comigo.

E depois eu fiquei pensando: será que é sacanagem partilhar a memória alheia?

O divórcio é uma solução?

Publicado em Relacionamento com as tags , , às 30 Janeiro, 2009 por Zailda Coirano

Acho que o padre devia dizer: ‘eu os declaro marido e mulher até que a morte – ou outra coisa menos drástica – os separe’. E é claro que ‘essa coisa menos drástica’ seria o divórcio.

Eu não considero o divórcio ‘a solução’ para um relacionamento mas pode ser ‘a salvação’ para uma vida que seria miserável, se levada ao lado de você-sabe-quem.

Quando o santo não bate e as pessoas não conseguem viver debaixo do mesmo teto sem provocar uma verdadeira batalha a cada decisão a ser tomada (no começo), passeio a ser planejado (no meio) ou onde botar a merda do tapetinho da cozinha (no fim) é hora de pensar seriamente se não seria o caso de cantar em outra freguesia.

Muita gente que conheço opta por levar em frente um casamento de aparências, que é bem mais satisfatório para quem assiste a palhaçada do que para quem a vive. Isso porque há outros interesses envolvidos e antes de envolverem-se na batalha final sobre quem vai ficar com a casa ou com o cachorro de estimação, preferem uma convivência polida e estéril ao longo de uma vidinha de fachada.

É isso o que você quer para você? Para alguns pode ser uma solução intermediária e que sempre deixa em aberto a esperança de um dia um gênio aparecer e conceder 3 desejos e você desejar 1) que ele(a) vire um boneco(a) inflável; 2) que fique mudo e cego numa cadeira de rodas; 3) que a cadeira fique sem freio no topo da escada.

Antes de passar a odiar mortalmente esse ser que um dia você prometeu amar eternamente me parece que o divórcio seria uma opção mais que razoável, em alguns casos bem tentadora até. Mas essa é só a minha modesta opinião, conheço gente que considera saudável tratar o cônjuge como se fosse uma peça de mobília ou uma planta a mais no jardim, mas isso é lá com eles.

Eu até acho que quando a gente casasse devia fazer um plano de divórcio. Não existe plano de saúde e até o plano mortuário, que a gente vai pagando todo mês e quando precisa fica tudo por isso mesmo? A gente devia casar e já escolher um advogado e ir pagando um carnê mensal, quando resolvesse divorciar já estava tudo ok. Se ficasse viúvo não tinha problema, receberia o que pagou de volta e já ficava uma boa grana para financiar a próxima festa de casamento.

Você está preparada para ser mãe?

Publicado em Relacionamento com as tags , , às 29 Janeiro, 2009 por Zailda Coirano
Essa é a imagem romântica que temos de um filho.

Essa é a imagem romântica que temos de um filho.

É aquele negócio, filho é para sempre e depois que nasceu não dá pra desinflar e guardar na gaveta, ou ir ao juiz e dizer que se arrependeu e não quer mais. Bem, até dá, mas acho que ninguém quer chegar a esse extremo.

O problema em decidir ter filhos é que nós mulheres costumamos ter uma visão romântica da coisa, quando pensamos em ‘filho’ imaginamos um bebezinho rosado – e dormindo. Não nos lembramos de que ele tem que comer, que faz cocô – e teremos que limpar – e que vai passar noites e noites berrando sem parar e que não teremos a menor idéia de como fazê-lo parar.

Antes de engravidar ninguém pensa que terá que carregar o bebê na barriga 9 meses com enjoo, cansaço, azia, cólica e o que mais aparecer de complicação. Tudo bem que gravidez não é doença mas quando a gente está grávida também está bem longe da forma física ideal.

E ficam sequelas: estrias, flacidez, quilos a mais, celulite e um monte de roupa para lavar. Criança suja roupa, gasta energia (a dela e a nossa), exige atenção, desarruma a casa, faz um barulho danado e depois cresce. Aí fica muito pior, ficamos desejando que não tivessem crescido nunca, vão para a rua e ficamos morrendo de medo de que se envolvam com drogas, engravidem, peguem AIDS, tenham problemas com a polícia…

Depois de ter um filho você sempre será a segunda pessoa na sua própria vida, essa é a verdade, desde o início as necessidades desse serzinho exigente ficam sempre em primeiro lugar, e se você não as satisfizer logo será um berreiro danado e sem direito a negociação.

Você deve achar que estou sendo pessimista, cínica, etc. Então tá. O recado está dado, se achar que não é bem assim vá em frente, mas depois não diga que eu não avisei…

Relação entre atração física e salário

Publicado em Divagando com as tags , , , às 28 Janeiro, 2009 por Zailda Coirano

Os homens acham as mulheres materialistas e estão em parte com a razão, fica chato sair com um cara e curtir um cineminha chinfrim com direito a cachorro-quente e coca cola depois. Nem que não seja materialista, é claro que toda mulher prefere ir a um restaurante bacana onde possam conversar e depois dar uma esticada num motel 5 estrelas com banheira de hidromassagem.

Melhor ainda é receber rosas vermelhas no dia seguinte, ou uma cesta de café da manhã. E receber ligações e mensagens no celular o dia inteiro é muito mais estimulante do que receber ligações a cobrar de um orelhão.

Um amor em uma cabana pode até surtir efeito para algumas, mas a maioria prefere ter um relacionamento tumultuado na cobertura com piscina. E eu sinceramente duvido que uma mulher consiga achar feio um homem dentro de um conversível vermelho importado.